quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

METRO LIGEIRO EM MACAU

via CAMBETA BANGKOK MACAU O MAR DO POETA by MACAU BANGKOK O MAR DO POETA on 11/3/09




Projecto de Optimização


Características Gerais:

• Comprimento do Traçado: 20 km

• Número de estações: 23

• Custo: cerca de MOP$ 4,2 biliões

• Prazo de implementação: 48 meses

• Data de abertura: final de 2011

• Percurso: das Portas do Cerco até ao Terminal Marítimo de Pac On

• Cobertura: principais postos fronteiriços, zonas residenciais, zonas turísticas e zonas de comércio

Traçado Proposto:

Península de Macau

Portas do Cerco → Terminal Marítimo → NAPE → Praia Grande → Barra

• Comprimento: 9 km

• Número de estações: 12

• Tempo de percurso: 18 minutos

Ilha da Taipa

Ponte de Sai Van → Estádio de Macau → Estrada da Baía de Nossa Senhora de Esperança → Cotai → Aeroporto Internacional de Macau, Terminal Marítimo de Pac On

• Comprimento: 8 km

• Número de estações: 11

• Tempo de percurso: 16 minutos

Estão previstas articulações do Sistema de Metro Ligeiro com outros meios de transporte públicos através de interfaces nas principais estações, procurando desta forma melhorar o serviço de toda a rede



Macau é uma cidade em constante progresso, o Metro Ligeiro irá dar ao Território uma outra dinâmica.



Uma maior rapidez de transportes, ligando Macau à Ilha da Taipa, deste modo, muitos condutores deixarão de usar as suas viaturas, contribuindo dessa forma para um ambiente mais puro e menos confusão no trânsito.


Não sei quando o Metro Ligeiro entrará em funcionamento, mas o Governo de Macau se preocupa imenso com a população e o seu bem estar, este projecto é de saudar e agradecer a todos aqueles que com esforço, dedicação e muito trabalho vão fazendo algo em prol da população.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Seis Razões

via Revisionismo em Linha by Johnny Drake on 11/8/09
Não vou argumentar que "o Holocausto não existiu". A minha posição é que algumas coisas aconteceram e outras não. Especificamente, a minha tese é que não existiram câmaras de gás nos campos de concentração Nazis. Vou apresentar-vos seis razões para isso:

1. As provas físicas – as próprias câmaras.

Este deve ser o ponto de partida. Se pudessem ir a Auschwitz e descobrir uma sala que foi, obviamente, uma câmara de gás, então o revisionismo não existiria. O assunto ficaria resolvido de uma vez por todas. O problema é que quando chegamos a Auschwitz e olhamos para a sala que, supostamente, terá sido uma câmara de gás, encontramos uma sala que, obviamente, não terá sido uma câmara de gás. Essa é a razão porque o revisionismo é necessário.

O facto básico em todo este assunto é que a sala que, supostamente, foi uma câmara de gás não foi uma câmara de gás.

Se estivéssemos a falar de algumas matérias de Psicologia, eu usaria isto como um paradigma de crenças que governam as próprias percepções. Algumas pessoas olham para essas imagens e vêem uma câmara de gás. Outros olham para o mesmo e vêem uma morgue. Isto é semelhante à experiência onde todos numa sala dizem que o lápis vermelho é mais comprido e o elemento experimental, cujos olhos lhe dizem que o lápis verde é maior, tem medo de contradizer o grupo.
Os meus olhos dizem-me que o lápis verde é maior e eu vou afirmá-lo, mesmo sendo ilegal fazê-lo (especialmente se é ilegal dizê-lo): a ideia de que aquelas pessoas foram mortas com gás naquela sala ou noutra semelhante é absurda.

2. A lacuna nos registos documentais

Se existissem documentos que cobrissem toda a sequência dos acontecimentos, então não existiria o revisionismo. O problema é que os documentos que esperaríamos encontrar não existem. Temos documentos relatando todos os aspectos da guerra, incluindo todos os aspectos do Holocausto, excepto a morte com gás dos Judeus. Não é possível matar com gás seis milhões de pessoas ou fazer outra coisa qualquer envolvendo milhões de pessoas sem deixar uma pista num papel. Se as mortes por gás existiram então existiriam milhares de documentos a verificá-lo, começando pelos planos iniciais e continuando através do desenrolar dos acontecimentos. Mas não existem quaisquer papéis que o provem.

3. A lacuna nos registos fotográficos

Se existissem fotografias de toda a sequência dos acontecimentos, incluindo fotografias das pilhas de cadáveres nas câmaras de gás, então não existiria o revisionismo. Isso encerraria o assunto imediatamente. O problema é que não existem essas fotografias. Temo-las sobre todos os aspectos da Segunda Guerra Mundial, incluindo todos os aspectos do Holocausto, excepto quanto ao gaseamento dos Judeus. Existem fotografias de Judeus a saírem dos comboios em Auschwitz, fotografias de Judeus nos campos e fotografias de cadáveres em sepulturas em massa, mas não existem fotografias de ninguém a ser morto com gás.

Para resumir as primeiras três razões: se tivéssemos qualquer prova da morte de Judeus com gás como temos para acontecimentos históricos reais (i.e. para eventos que aconteceram realmente), então todos reconheceriam que existiram câmaras de gás e não existiria o revisionismo.

4. O depoimento das testemunhas não prova que existiram câmaras de gás.

Existem três pontos que têm que ser referidos sobre as testemunhas:

a. As testemunhas não são unânimes. Algumas nem dizem nada sobre as câmaras de gás.
Por exemplo, Jan Karski escreveu um relatório, em finais de 1942, no qual testemunhava que tinha visitado o campo de Belzec para investigar os rumores de extermínio. Disse que os Judeus eram mortos com choques eléctricos numa sala com o chão em metal. Em 1944, publicou um livro no qual afirmava que os Judeus eram carregados em vagões cheios de cal viva e deixados a morrer fora do campo. Nem o artigo nem o livro dizem algo sobre as câmaras de gás. Actualmente, claro, a história oficial de Belzec não diz nada sobre choques eléctricos ou vagões cheios de cal viva. Supostamente, temos que acreditar que os Judeus, em Belzec, foram mortos em câmaras de gás. Mas Jan Karski, que esteve lá na altura (pelo menos, é o que afirma), não fala nada sobre câmaras de gás.

b. O depoimento das testemunhas sobre as câmaras de gás não foi sujeito a exame.
Uma das testemunhas considerada como uma fonte credível é o Dr. Miklos Nyiszli, o suposto autor de Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Existiu realmente um Dr. Nyiszli. Era um médico Húngaro. Foi mandado para Birkenau (e não Auschwitz), aonde trabalhou num laboratório patológico sob as ordens do infame Dr. Mengele. Depois da guerra, ele testemunhou nos julgamentos de Nuremberga. Morreu em 1949. O livro foi publicado em 1951. Através do livro, o autor refere que esteve em Auschwitz. Salienta que existiam quatro crematórios em Auschwitz. Na realidade, existia um crematório em Auschwitz e quarto em Birkenau. Obviamente que alguém que tenha estado lá sabia disso. Qualquer pessoa que lá tenha estado saberia distinguir os campos. No final (página 206), quando estavam a ser evacuados em Janeiro de 1945, diz o autor:

"Saímos com a sensação fervilhante da liberdade. Direcção: Birkenau KZ, a dois quilómetros dos crematórios".

O Dr. Nyiszli não saiu de Auschwitz em direcção a Birkenau. Ele já estava em Birkenau. Isto é apenas uma notória impossibilidade num livro cheio de incongruências. Este livro não foi escrito pelo Dr. Nyiszli. Não poderia ter sido escrito por alguém que lá tenha estado. No entanto, este livro é citado como um dos mais credíveis testemunhos.
Se lerem apenas um livro sobre o Holocausto, esse livro deverá ser Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Deixem que eles vos dêem o melhor deles. Usem o vosso próprio julgamento. Este livro é ou não um relato de uma testemunha?

c. As testemunhas, por elas próprias, não provam nada.
Suponham que centenas de milhares de testemunhas reclamam que algo aconteceu. Isso significa que esse algo aconteceu? Existem, provavelmente, centenas de milhares de pessoas que "viram um OVNI" nos últimos cinquenta anos. Isso significa que existem discos voadores no céu? Existem centenas de pessoas que afirmam que não apenas viram OVNIS como também estiveram dentro deles. Terão sido, supostamente, sequestrados. Eles dir-vos-ão com detalhes vividos as suas experiências e não terão quaisquer motivos óbvios para mentirem. Isso significa que tal aconteceu?
Quando nos referimos à "câmara de gás", se alguém disser que viu pessoas a serem gaseadas naquela sala, isso significa que tal aconteceu?

5. O facto é que os livros considerados como referências normais não são de confiança.

No Verão de 1995, quando eu era um iniciado neste assunto, fui a um debate entre Michael Shermer, editor da revista Skeptic, e Mark Weber, um revisionista. Era suposto ser um debate, mas, na realidade, foi aquilo que Michael Shermer chama de "meta-debate". O Dr. Shermer pretendeu fazer crer que não existia nada para discutir. Porém, a determinada altura ele concordou que deveria dizer algo sobre o assunto. Referiu que qualquer pessoa que pretendesse encontrar provas da existência de câmaras de gás, encontrá-las-ia em Anatomia do Campo da Morte de Auschwitz, de Gutman e Berenbaum, especialmente o artigo de Pressac.
O que, provavelmente, nunca terá ocorrido ao Dr. Shermer é que alguém tivesse lido esse livro, mas eu fi-lo. Procurei por toda a cidade de Los Angeles e encontrei-o na livraria UCLA. Li o artigo de Pressac e as notas em rodapé. Muitas das suas afirmações sobre os gaseamentos não estão documentadas. Quando Pressac acrescenta notas em rodapé, elas não podem ser confirmadas. A maioria está na forma "Oswiecim, BW 1/19" ou "Moscovo/Revolução de Outubro, 7021-108-32, 46".
No entanto, existe uma excepção. Pressac refere na página 234: "O primeiro gaseamento no crematório IV não correu bem. Um homem das SS, usando uma máscara, teve que subir a uma pequena escada para chegar a uma "janela", depois abriu-a com uma mão e despejou o Zyklon B com a outra. Esta rotina acrobática teve de ser repetida seis vezes. Quando a portas hermeticamente fechadas foram abertas para evacuar o gás, reparou-se que o arejamento natural era ineficiente; tinha que ser imediatamente cortada uma porta no corredor norte para que o ar corresse de forma contínua". [143]
A nota de rodapé para este parágrafo é:
143. Álbum de Auschwitz (Nova Iorque, 1980), fotografia 112.
Isto pode ser analisado. O Álbum de Auschwitz não está, actualmente, a ser impresso e é difícil de encontrar, mas ao menos não temos que ir à Polónia ou à Rússia. Por sorte, encontrei uma cópia numa livraria e olhei ansiosamente para a fotografia 112. Esta fotografia não tinha nada a ver com o parágrafo referido. De facto, nenhuma das fotografias no Álbum de Auschwitz tinha alguma coisa a ver com aquele parágrafo.
Por outras palavras, a única nota em rodapé possível de ser analisada transformou-se numa farsa.
Tanto quanto sei, o Álbum de Auschwitz não está disponível on-line. Não vou colocar a fotografia 112 aqui. Vou deixar isso como um exercício ao leitor. Está interessado em saber se a história das câmaras de gás é verdadeira? Até aonde vai esse interesse? O suficiente para ir a uma livraria e verificar esta notas? Aquilo que Michael Shermer está a contar é que praticamente ninguém o faça.

Aquilo com que eu estou a contar é algumas pessoas o faça. Basta apenas algumas, de início. Em cada universidade espero que, pelo menos, um estudante ou um professor se interesse o suficiente para que, com honestidade académica, observe a fotografia 112 e tenha coragem suficiente para falar. É preciso coragem para não cometer nenhum erro. Lembrem-se o que aconteceu a David Cole e a outros revisionistas.

Mais informações sobre Pressac e as suas notas em rodapé podem ser encontradas na página 'Dead Footnote'. Acrescentei alguns novos e de alguma forma irónicos comentários a esta página em Outubro de 2004.

6. O facto de Hitler ter declarado abertamente as suas intenções e os Nazis terem cometido também atrocidades abertamente.

Alguns historiadores pretendem justificar a falta de fotografias e de documentos com o facto de o Holocausto ter sido algo tão secreto que nem fotografias terão sido tiradas e nem foram permitidos documentos que incriminassem quem quer que fosse. Isto é suposto ter sido verdade, mesmo quando a Solução Final estava a ser planeada pelo menos até antes de 1941.
Hitler falou sobre o extermínio e a aniquilação dos Judeus em diversas ocasiões. Por exemplo, aqui está uma afirmação retirada do Mein Kampf. (Esta foi retirada da página 338, da edição de capa dura da Houghton-Mifflin. Outras referências ao extermínio podem ser encontradas nas páginas 169 e 679.) Hitler escreveu:

"A nacionalização das nossas massas apenas acontecerá quando, para além de toda a luta positiva pela alma do nosso povo, os seus prisioneiros estrangeiros forem exterminados".
Supostamente, somos obrigados a acreditar que Hitler anunciou ao mundo que os Judeus seriam aniquilados e que, ao mesmo tempo, fazia os possíveis para pretender que eles não estavam a ser aniquilados. A intenção foi declarada abertamente, mas o acto em si foi tão secreto que os Nazis nunca o discutiram entre si. Isto não faz qualquer sentido.

Na página 679, ele diz o seguinte:

"Se no início da Guerra e durante a mesma, doze ou quinze mil deste Judeus, corruptos do povo, tivessem estado sob gás tóxico, como aconteceu a centenas de milhares de nossos melhores trabalhadores Alemães no campo de batalha, o sacrifício de milhões na frente não teria sido em vão. Pelo contrário, doze mil patifes eliminados de uma vez poderão ter salvo as vidas de milhões de Alemães, válidos para o futuro".

Neste ponto, o "secredo" já estava à solta. Ao tocar na ideia do gaseamento dos Judeus no Mein Kampf, não fazia qualquer sentido para Hitler pretender que nada estava a acontecer. Mas não existe qualquer outra referência ao gaseamento em mais nada que ele tivesse dito ou escrito. Temos volumosos registos de tudo o que Hitler, Himmler e outros Nazis disseram em público e muito do que eles disseram em privado, e não há qualquer menção aos gaseamentos, mesmo nas ocasiões em que eles falaram em verem-se livres dos Judeus.

Temos uma transcrição do discurso (o discurso em Polaco) no qual Himmler endereçava um encontro em privado aos jovens oficiais das SS. Mesmo que ele não quisesse fazer menção aos gaseamentos em público, ele sentir-se-ia à vontade para o fazer num encontro privado das SS. (Ele teria falado abertamente nalguma altura. Eles tê-lo-iam discutido entre eles. Não conseguimos fazer nada sem dizer o que estamos a fazer.) Mas ele não disse nada sobre os gaseamentos, mesmo quando estava a pensar em enviar os Judeus para os campos de concentração. Ele não disse: "Agora vou referir-me ao gaseamento dos Judeus, ao Ausrottung do povo Judeu". Pelo contrário, o que Himmler disse foi:

"Vou referir-me à evacuação dos Judeus, ao Ausrottung do povo Judeu".
Noutro encontro privado (em 1941), Hans Frank mencionou a ideia do assassínio dos Judeus com gás:

"Não podemos fuzilar estes 3,5 milhões de Judeus, nem matá-los com gás. No entanto, temos que tomar medidas que, de qualquer maneira, levarão ao objectivo da aniquilação"...

Mesmo na conferência de Wannsee, nada foi dito sobre gaseamentos.
Em 1941, os Nazis estavam a ganhar a guerra. Os julgamentos por crimes de Guerra eram a última coisa que alguém se lembraria. (Na realidade, apenas passou a existir esse conceito depois de 1945. Os julgamentos por crimes de guerra não faziam parte das guerras do passado.) Os Nazis não tinham qualquer motivo para criarem uma ilusão para a posteridade. Eles pensavam que eles iriam ser a posteridade. Eles pensavam que nunca iriam responder perante ninguém por algo que tivessem feito. No entanto, somos, supostamente, obrigados a acreditar que mesmo em 1941 eles estariam já a pensar, para além do fim da guerra, na necessidade de encobrir as suas acções.

Os Nazis não eram tímidos em assassinar pessoas. Eles cometeram atrocidades abertamente. Eles pavoneavam-se por isso. Temos fotografias de soldados Nazi a assassinarem Judeus a sangue frio e a rirem-se disso. Estas fotografias não foram tiradas clandestinamente por alguém. Foram tiradas pelos próprios Nazis. Mas somos, supostamente, obrigados a acreditar que as câmaras de gás eram tão secretas que não foi tirada nenhuma fotografia das mesmas.
Somos, supostamente, também obrigados a acreditar que seria possível encobrir uma acção que envolvia seis milhões de pessoas.

O cenário do gaseamento, supostamente, ter-se-à desenrolado da seguinte forma: um comboio carregado de Judeus chegava a Auschwitz. Eles eram separados em dois grupos, os que estavam capazes para o trabalho e aqueles que não estavam. Este último grupo era levado para o crematório logo de seguida. Primeiro iam para uma sala para se despirem. Depois eram levados para uma outra sala, que, supostamente, era um chuveiro ou uma sala de desinfestação. Quando estavam nessa sala, eram fechados e gaseados. Poucos minutos depois, os guardas entravam e carregavam os cadáveres para fora e levavam-nos para os fornos para serem cremados.
Se seis milhões tivessem sido gaseados, este cenário teria que ter sido repetido milhares de vezes. Façam as contas. Isto teria que ter acontecido, pelo menos, doze mil vezes, em diversos campos, para além de um período de vários anos. Esta cena macabra é algo que um fotógrafo daria o seu braço direito para fotografar, especialmente quando envolvia mulheres despidas. Mas, supostamente, era proibido tirar fotografias. Por isso, não foram tiradas nenhumas fotografias. Isto não faz qualquer sentido. Os guardas prisionais faziam a lei entre eles. Não se poderia impedir que eles tirassem fotografias. Perguntem a Lynndie England – e aos seus muitos fans e imitadores que pensam que tudo isto é uma grande anedota.
Se o cenário do gaseamento tivesse realmente acontecido, repetindo-se milhares de vezes, teriam que existir fotografias. Mas não existe nenhuma.
Não existem fotografias de alguém a ser gaseado porque ninguém foi gaseado.

Resumo

Arthur Butz é um dos grandes pioneiros deste assunto. Ele fez do seu ponto essencial que isto teria que ser uma coisa simples.
Se estiverem a considerar a questão de que estará ou não um elefante na vossa arrecadação, não precisarão de lá ir e verificar com uns óculos especiais. Não precisam de construir um grande e envolvente argumento para esclarecer a questão. Se o elefante lá estiver, é evidente que ele lá está, e se não estiver, obviamente que ele não estará.
Da mesma forma, a questão de que se os seis milhões de Judeus foram ou não gaseados não pode ser uma questão obscura. Tem que ser óbvia, de uma maneira ou de outra. Essa é a razão porque comecei o meu argumento com a prova física, as próprias salas. Uma vez que vejamos que a sala não é uma câmara de gás, tudo o resto cai por terra. Claro que não existe qualquer documentação sobre as câmaras de gás. Como é que pode haver? Claro que não existe nenhumas fotografias de ninguém a ser gaseado. Como é que pode haver? Aquilo não é uma câmara de gás!

ORIGINAL

Gripe A pode afectar 3 milhões

«A gripe A poderá atingir 30 por cento da população portuguesa, ou seja, cerca de três milhões de pessoas. A estimativa foi avançada ontem no 14º Congresso Nacional de Medicina Familiar, que decorre em Évora. "Até 30% da população portuguesa poderá vir a ser afectada pela gripe A", perspectivou a médica Filipa Mafra, avançando assim com números superiores aos que, até ao momento, tinham sido estimados.»

Fonte: Correio da Manhã de 10Nov2009

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Os 40 anos da Internet e o caso português

via Diário2 by Paulo Querido on 11/1/09

net40anospublicoNa semana passada celebraram-se os 40 anos da Internet — um marco simbólico, pois que a rede das redes tem muitas outras efemérides. No caso português, por exemplo, a Internet "começa" verdadeiramente em 1990, sendo raras as pessoas que a conheciam anteriormente. Mas só a partir de 1994 se inicia a explosão da rede em Portugal, aliás um dos países europeus pioneiros na massificação da Internet.
Comemorando a data, o Público fez um trabalho notável a 2 títulos. Primeiro, foi desencantar a figura histórica mais marcante para a implantação da rede em Portugal — o professor José Legatheaux Martins — e deu-lhe destaque. Segundo, recorreu a um dos mais recentes formatos nativos da Internet e incorporou-o na edição: uma cronologia deste quase meio século, desenvolvida no Dipity (ver mais abaixo).
O artigo de Susana Almeida Ribeiro, Os pioneiros da Internet em Portugal, conta exemplarmente uma história que nunca teve a atenção devida pelo grande público.
"No meio académico português no final dos anos de 1980 já existiam alguns académicos que conheciam a Internet – visto que a tinham utilizado esporadicamente quando estavam no estrangeiro, ou ouvido falar nela – e que desejavam interligar as universidades entre si e estas com a Internet para potenciar o seu trabalho de investigação e contactos com o estrangeiro", recorda Legatheaux no Público.
(Fora do meio académico, a CompuServe era o único serviço comercial que se podia assinar no país e que dispunha de algumas portas com a Internet, nomeadamente o correio electrónico. Em 1988, quando eu próprio me liguei, existiram talvez uma centena de portugueses a usar o número de telefone intercontinental de preço acessível, fornecido pela CompuServe. )

1994: o ano zero da Internet em Portugal

Em 1994 tudo mudou em Portugal. Dos órgãos de comunição social portugueses apenas a RTP já tinha o seu domínio registado (rtp.pt é registado oficialmente em 28/05/1993). Havia apenas 40 domínios na hierarquia .pt (fonte: O Passado da Internet, Centro Atlântico), reconhecida internacionalmente desde 1990.
Alguns dados desse ano, tal com compilados pelo Libório Silva, do Centro Atlântico, a primeira editora atenta à Internet e a usá-la cmo canal:

  • António Saraiva (dr Bakali) no Blitz, Paulo Querido (sim, eu próprio) no Expresso e José Victor Malheiros no Público desenvolvem diversas peças jornalísticas sobre a Internet.
  • Mais de 100 BBSs com grande capacidade de iniciativa (e.g., Rede de Paulo Querido, Miguel Vitorino e Fernando Soares, CATS de Miguel Vitorino, Imagine de José de Ameida e Visus de José Câmara) mas nenhuma delas iria sobreviver à Internet.
  • Mais de 100 fornecedores de serviços de Videotexto tentavam o êxito. Tal como nas BBSs, nenhum deles (à excepção do Guianet) iria sobreviver à mudança de paradigma para a rede das redes.
  • O PUUG, gerido por Prof. J. Legatheaux Martins, Rui Bana e Costa e Prof. Nuno Guimarães dá acessos Internet a cerca de 100 empresas sócias e não mais de 50 particulares.
  • (29/Mar) Seminário "Portugal na Internet" no LNEC organizado pela FCCN, PUUG, Agência de Inovação e zmaglh (José Magalhães, actual Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária)
    A Telepac aproveita o Seminário para anunciar que estava prestes a lançar o serviço de fornecimento de acessos à Net.
  • O PUUG alarga o serviço a todos os particulares interessados.
  • (2/Jun) Paulo Melo do INESC de Coimbra anuncia a criação da hierarquia de news pt.* com os grupos pt.geral e pt.news (até então as conversas em português eram mantidas no grupo soc.culture.portuguese)
  • (Jun) Esoterica (de Mário Valente e Luís Sequeira) inicia o fornecimento de acessos à Internet em modo offline (e sem www)
  • (Set) Telepac inaugura o serviço de acesso à Internet em modo terminal (projecto técnico da responsabilidade de Henrique Carreiro e Paulo Ribeiro). O Presidente da Telepac, Iriarte Esteves, é o responsável estratégico pela grande aposta na "net"
  • Velocidades de acesso máximas: 9.600 bps
  • (Nov) Blitz torna-se na primeira publicação em papel portuguesa com edição na Web

O seminário do LNEC

O seminário do LNEC ficou não apenas na memória dos presentes (eu estava lá e fiz algumas perguntas tanto a Legatheaux Martins como a José Magalhães, utilizador diário da nossa BBS) como para a História da Internet em Portugal.
"Esse seminário marcou claramente o aparecimento ao grande público da Internet em Portugal", recordou agora ao Público José Legatheaux, actual sub-director da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Que "em 1994 era o "homem do momento". A Internet em Portugal passava, necessariamente, por ele", descreve com exatidão Susana Almeida Ribeiro.

Cronologia

A fechar, partilhamos a excelente cronologia elaborada por João Pedro Pereira com recurso ao Dipity e publicada no Público: 40 anos de Internet.

Jornal P. on Dipity.

Couto Viana no Jornal de Notícias

via nonas by nonas on 11/8/09

domingo, 8 de Novembro de 2009

Tenente-Coronel Brandão Ferreira: visão sobre o Ultramar

As verdades nacionais têm de ser ditas e defendidas como tão bem e corajosamente o faz o senhor Tenente-Coronel Brandão Ferreira. E isto deu-me uma alegria imensa - o constatar que ainda há neste Portugal que nos restou, após a grande catástrofe de 1974/75, pessoas com tamanha coragem.

Que haja cada vez mais pessoas destas de modo que a História se escreva com "H" grande e não a historinha que os abrileiros contam na qual pretendem justificar como inevitáveis e corretas as decisões tomadas naqueles anos horríveis e que conduziram ao desmembramento da Pátria e aos crimes de lesa-humanidade. Estes, cifram-se, seguramente, em mais de três milhões de mortos nacionais.
Rui Moio

sábado, 7 de Novembro de 2009

VERSU TÈ - música originária da ilha da Córsega

Convido-o a ouvir sons que vêm da Córsega e... diga lá se não parece que vêm da sua própria alma...
Rui Moio

Henrique de Paiva Couceiro: Uma Vida de Honra e Glória

via universidade by Gil Gonçalves on 11/7/09

Faz hoje 65 anos que morreu uma das figuras maiores da nossa História Contemporânea, o comandante Paiva Couceiro, que entregou a alma ao criador a 11 de Fevereiro de 1944.

http://escavar-em-ruinas.blogs.sapo.pt/44530.html

Resumir a vida deste militar e governador ultramarino é quase impossível, dada a dimensão da sua vida e o brilho e luminosidade da sua obra modelar. Um exemplo de heroísmo, tenacidade e virtudes cívicas.

Henrique Mitchell de Paiva Cabral Couceiro nasceu em S. Mamede, freguesia da cidade de Lisboa, a 30 de Dezembro de 1861, filho do general José Joaquim de Paiva Cabral Couceiro e de D. Helena Isabel Teresa Armstrong Mitchell.

Casou a 21 de Novembro de 1896, em Lisboa, com D. Júlia Maria do Carmo de Noronha (1873+1941), filha primogénita e herdeira do dr. D. Miguel Aleixo António do Carmo de Noronha (1850+1932), 3.º Conde de Paraty, e de sua mulher D. Isabel de Sousa Mourão e Vasconcelos (1849+1936).

Como militar assentou praça no Regimento de Cavalaria Lanceiros d'El-Rei (1879) e cobriu-se de glória, pela acção notável em Humpata, Angola (1889), na campanha militar de Angola (1889-1891), na campanha de Melilla, no Marrocos espanhol (1893) e nos combates de Marracuene e Magul, Moçambique (1895), em coragem enaltecida.

Foi formado com o Curso de Artilharia da Escola do Exército (1881-1884); alferes (1881); segundo-tenente de Artilharia (1884); primeiro-tenente (1889); comandante de Cavalaria da Humpata, Angola (1889-1891); cavaleiro da Ordem de Torre e Espada (1890); oficial da Ordem de Torre e Espada (1891); Medalha de Prata para distinção ao mérito, filantropia e generosidade (1892); condecorado com a Cruz de 1.ª Classe do Mérito Militar de Espanha (1893); ajudante do comando do Grupo de Baterias de Artilharia a Cavalo (1894); ajudante-de-campo do Comissário Régio de Moçambique (1894-1895); cavaleiro da Real Ordem Militar de S. Bento de Avis (1895); capitão de Artilharia (1895); ajudante-de-campo honorário do Rei Dom Carlos (1895); proclamado «benemérito da Pátria» (1896); comendador da Ordem de Torre e Espada (1896); conselheiro do Conselho de Sua Majestade; condecorado com a Medalha Militar de Ouro do Valor Militar (1896); condecorado com a Medalha Militar de Prata de Comportamento Exemplar; condecorado com a Medalha de Prata da Rainha D. Amélia (1896); deputado da Nação (1906-1907); vogal da Comissão Parlamentar do Ultramar (1906); vogal da Comissão Parlamentar de Administração Pública (1906-1907); vogal da Comissão Parlamentar da Guerra (1906-1907); Governador-Geral de Angola (1907-1909); demitido do Exército (1911); comandante das Incursões Monárquicas de 1911 e 1912; Presidente da Junta Governativa do Reino, na Monarquia do Norte (1919); escritor.

Monárquico convicto, foi anti-republicano de gema e anti-salazarista, sendo perseguido pelo Estado Novo, em atropelo das garantias das liberdades cívicas, tratado como um reles vigarista, esquecida a sua imensa folha de serviços prestados à Pátria.

Ousou afrontar o tirânico Salazar, que, de forma iníqua e arbitrária, o mandou expulsar do País em 1935 e prendê-lo e deportá-lo novamente em 1937, por discordar da política ultramarina do Presidente do Conselho e do Estado Novo.

Numa altura em que Paiva Couceiro tinha já 76 anos de idade foi posto na fronteira sem quaisquer documentos, a sofrer as agruras do exílio! Incomodava sempre porque era um homem de brio, dignidade, de raro carácter, um idealista romântico, audaz e tenaz, em cujas veias latejava um elevado conceito de Honra.

Um homem sincero e notável, acima de tudo um Homem de acção e um Homem da Nação. Não curvava a cabeça alva e digna perante o tirano "Botas", como paladino da Pátria, eivado de predicados indispensáveis.

Deixou uma impressão indelével nas páginas da nossa História, uma luz que cintilava uma coragem sublimada.

Foto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Henrique_Mitchell_de_Paiva_Couceiro.jpg

Sítio de José Campos e Sousa

Venha assistir a 13 de Novembro próximo na igreja do Carmo a um concerto de José Campos e Sousa.
Rui Moio

via nonas by nonas on 11/6/09

Como o seu bom amigo Rodrigo Emílio, tardou mas arribou!
José Campos e Sousa já canta e encanta no seu sítio oficial.

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

AOS MEUS AMIGOS NACIONALISTAS (SÓ DO LADO DE CÁ DA FRONTEIRA...)

via REVERENTIA by HNO on 11/4/09
Tenho muitos verdadeiros amigos nacionalistas, cuja amizade muito prezo e respeito, que sofrem de um estranho síndrome. Sendo atestadamente nacionalistas perdem tal atributo quando cruzam a fronteira e é vê-los ufanosamente embarcando em cançonetas imperialistas, esmagadoras de pátrias (identitárias) e de anseios nacionalistas. É um fenómenos que me intriga há anos. Estruturalmente nacionalista, aprecio-os a todos sem excepção, onde se justificam, como é o caso da vizinha Espanha, construção imperial e sangrenta (que o digam os catalães invejosos do nosso sucesso no século XVII) que data do século XVI. Eu a todos admiro dos galegos à nação sioux, todos me fazem sentido e creio que já não mudarei... Esta minha "limitação", creiam-me, muitas vezes me impediu de acamaradar com tantos deles quando alegremente partiam de cara ao sol para paragens mesetinas. Mas que raio tem aquilo a ver com o nacionalismo? Tantas vezes pensei, quase sempre sózinho...
Um recente livro, vertido em boa hora para a língua de Camões pela Oficina do Livro, sugestivamente titulado «A Grande Tentação» do historiador Manuel Rós Agudo, usando documentos que até à pouco estavam classificados demonstra que esse encantador de lusas catras ao sol sempre pretendeu invadir Portugal (exercício estratégico que fora, aliás, a sua tese para admissão ao generalato). Esse "amigo" que tanto devia a Portugal pelo apoio que lhe prestara no conflito de 1936/39 e que neste último ano firmara um Pacto de Amizade e Não-Agressão, por plano de Dezembro de 1940, pensava de facto, à semelhança das outras nações hispânicas que já subjugara, aumentar a sua colecção de troféus com Portugal... Ironia da história, foi Hitler que nos salvou.
Por estas e outras é que, com os espanhóis, sempre com um pé atrás como o Senhor dos Passos...

Juros da casa em queda

«A Euribor a seis meses tocou ontem no mínimo histórico de 1%, ficando exactamente igual à taxa praticada pelo Banco Central Europeu (BCE) nos empréstimos à Banca comercial, isto no dia em que a instituição presidida por Trichet anunciou, sem surpresas, a manutenção da taxa de juro de referência.»

Fonte. Correio da Manhã de 06Nov2009

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Uma homenagem aos mega-radialistas José Ramos e António Sérgio prematuramente falecidos

Chegou a tua hora, Lobo (António Sérgio 1950-2009)



«Assim, de repente, há cerca de uma hora atrás. Faleceu repentinamente, vitima de crise cardiaca, o António Sérgio, 59 anos, singular homem da Rádio, voz-off da SIC (estranhamente assumiu esta função em substituição de outro mega-lucutor, o José Ramos, que tambem prematura e inesperadamente nos deixou),»

Caiu-me em cima como uma bomba. Assim, de repente, há cerca de uma hora atrás. Faleceu repentinamente, vitima de crise cardiaca, o António Sérgio, 59 anos, singular homem da Rádio, voz-off da SIC (estranhamente assumiu esta função em substituição de outro mega-lucutor, o José Ramos, que tambem prematura e inesperadamente nos deixou), e mentor musical de uma fatia substancial de um par de gerações, responsável por programas miticos e indeléveis como ‘O Som da frente”, o “Lança-chamas” ou “A hora do lobo”.

O A.Sérgio era o ultimo dos grandes radialistas, daqueles que têm uma ‘marca registada’ associada ao seu nome. Mesmo quando os tempos mudaram e o empurraram para as madrugadas na Rádio Comercial, ele manteve sempre a sua independencia. Era uma espécie de região autónoma musical. Havia a musica dos outros e a musica do Sérgio. É certo que eu não fui seu ouvinte, nos ultimos 10 anos. E mesmo no tempo do ‘Som da frente’, os meus gostos musicais raramente casavam com os dele. Mas sei, e sinto, e sente-se nos comentários que já hoje fui lendo, o peso quase reverencial da sua influência num vasto conjunto de gente do meio musical, assim como do cidadão anónimo.

Em finais de 2007, ele foi ‘dispensado’ da Rádio Comercial. Efeitos da globalização...
Os espanhois tomaram conta daquilo e estiveram-se positivamente borrifando, por mero desconhecimento e ignorância, para o que ele representava enquanto divulgador de outros sons e outras musicas que nunca, por outra via, teriam tempo de antena. Mas, como disse o Miguel Esteves Cardoso por essa altura, o A.Sérgio é uma rádio ambulante, e assim, pouco depois, foi convidado pela Radar FM para um novo programa, que ele manteve até agora. Desta vez não foi despedido; despediu-se e foi enriquecer musicalmente ‘o outro lado’.

Com o silêncio do A.Sérgio termina um muito relevante capitulo da história da nossa Rádio.

Termino dizendo que tive o privilégio, durante um curto periodo da minha vida, há quase 20 anos (era eu um puto, portanto), de privar de perto com ele, numa época em que eu me armei em locutor de rádio, numa rádio local, e em que fui convidado pela sua esposa, minha ex-colega de trabalho, para colaborar sob a forma escrita numa aventura de curta duração chamada ‘Rock Power’, uma nova revista dedicada ao ‘Hard and Heavy’. Fruto desse trabalho, pude fazer algumas coisas que nunca me passariam pela cabeça, como conhecer uma Rádio a sério por dentro, ir assistir a concertos como ‘reporter’, ou entrevistar de viva voz os Extreme (ainda alguem se lembra deles). É um grato e marcante periodo que registei na minha vida, e onde pude constatar o bacano simples, acessivel, humilde, low-profile, mas inteligente e culto que ele era. E é especialmente por essas memórias que escrevo estas linhas, e que me dói ainda mais encarar esta fatalidade.

Depois...o tempo foi passando, a distancia instalou-se, e acabei por lhe perder o rasto, assim como á esposa. Fui com grande e grata supresa que o descobri, por mero acaso, a ser entrevistado na TV, muito recentemente, no programa do Fernando Alvim. Mal eu sabia que ...


Obrigado, Sérgio, pelos momentos e experiencias que me permitiste usufruir, pela tua boa onda, e por tantas musicas fora do ‘mainstream’ que só tu poderias dar a conhecer a este país.

FALA COM ELA

via RADAR 97.8FM by radar on 11/4/09
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António Sérgio é o convidado deste Fala Com Ela. Com Inês Meneses

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

"Juro solenemente que estou inocente"

«Inocente. Foi esta a palavra mais ouvida ontem na 446ª audiência do julgamento do processo Casa Pia. Nas últimas declarações, seis dos sete arguidos reclamaram inocência, entre os quais Carlos Cruz, ex-apresentador de televisão, que reafirmou ser "completamente inocente".»

Fonte: Correio da Manhã de 03Nov2009

MAS QUE GRANDE "MAGANO" O FRANCO! NEM BOM VENTO NEM MELHOR CASAMENTO PARA CÁ...

via DA TAILÂNDIA COM AMOR E HUMOR de Jose Martins em 03/11/09
Hitler e Franco encontram-se em Hendaye

Roger Viollet

Há 70 anos que se suspeitava que a Espanha franquista projectara invadir Portugal. Primeiro, os falangistas vitoriosos desafiaram o caudilho a "fazer um passeio triunfal até Lisboa", em Março de 1939. Depois, com a II Guerra Mundial, Franco aproximou-se perigosamente de Hitler. Contudo, faltavam provas credíveis dessas intenções.
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Graças ao investigador espanhol Manuel Ros Agudo, confirma-se que, em Dezembro de 1940, Portugal esteve a um passo de ser invadido. O documento, dos arquivos da Fundação Francisco Franco, descoberto em 2005, "é precioso", comentou ao Expresso o historiador Fernando Rosas. "Prova que os espanhóis não só tinham um plano de invasão, como o tencionavam executar à margem dos alemães".
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Datado de Dezembro de 1940, o "Plano de Campanha nº 1 (34)" - elaborado pelo Estado-Maior espanhol - foi, esta semana, apresentado por Ros Agudo numa conferência no Instituto de Defesa Nacional. Em 120 páginas, previa-se um ataque surpresa, levado a cabo por uma força de 250 mil homens, coordenado com uma ofensiva hispano-germânica sobre Gibraltar (operação Félix). A invasão de Portugal destinava-se a impedir que os britânicos reagissem, ocupando os portos do seu velho aliado.
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Especial: Como aprender idiomas online (grátis)

via TECNOFAGIA em 03/11/09

Quer aprender um novo idioma de graça? Então confira nosso artigo especial Como aprender idiomas online (grátis), são várias alternativas, aproveite. Existem várias formas de se aprender inglês,...

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

COLÓNIA MÁRTIR, COLÓNIA MODELO

via Livro di Téra de BMF em 02/11/09

Cabo Verde no pensamento ultramarino português (1925-1965)

Sem as riquezas "inesgotáveis" de Angola e Moçambique ou a vigorosa produção agrícola das ilhas de S. Tomé e Príncipe, o arquipélago de Cabo Verde ocupou, em todo o caso, um lugar à parte na ideologia ultramarina portuguesa a partir dos anos 30 do século passado. Dir-se-ia que a sua importância não passou tanto pelo valor comercial, mas pela "imagem" de colónia africana mais "civilizada" e até de colónia mais aparentada com a metrópole. Embora já desde o século XIX, o cabo-verdiano gozasse, pelo menos teoricamente, da plena cidadania portuguesa e fosse reconhecido como "assimilado" aos "padrões civilizacionais europeus", seria preciso esperar pelo desenvolvimento da propaganda estado novista para que tal facto passasse a ser amplamente publicitado. Assim, aos olhos do regime de Salazar, Cabo Verde foi, sobretudo, um paradigma multirracial e multicultural a brandir contra a crescente vaga anticolonialista e descolonizadora dos anos 50 e 60 do século XX.

Autor: Sérgio Neto

Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra
Ano de edição: 2009

domingo, 1 de Novembro de 2009

«Guerra Colonial» foi justa! Escreve Brandão Ferreira

via Folhas de História de História - Mestra da Vida em 01/11/09
«Por aquilo que é secundário, negoceia-se; pelo que é importante, combate-se; pelo que é fundamental, morre-se». Brandão Ferreira
O livro, com quase 600 páginas, é lançado quarta-feira, na Academia Militar, em Lisboa, pela Publicações D. Quixote. No prefácio, o professor universitário Adriano Moreira recorda que «foi o elo militar o definitivamente atingido pela fadiga, e a decisão, do centro do poder que deslizou para as bases, foi a de colocar um ponto final [...]

Nota: Mais um livro que espelha a grande traição perpetrada contra a Pátria e a Nação Portuguesa nos anos horríveis de 1974/1975.
Obrigado senhor Tenente-Coronel Brandão Ferreira por mais este acto de coragem.
Rui Moio

sábado, 31 de Outubro de 2009

Estranhas Coincidências

via Revisionismo em Linha de Johnny Drake em 30/10/09







Vários sítios da Internet dão conta das coincidências entre Abrahan Lincoln e John Fitzgerald Kennedy, os dois Presidentes dos EUA assassinados:


  • Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846. Kennedy chegou ao congresso 100 anos depois, em 1946.
  • Lincoln foi eleito Presidente em 1860. Kennedy foi eleito em 1960.
    Lincoln e Kennedy foram assassinados numa sexta-feira.
  • O secretário de Lincoln chamava-se Kennedi. A secretária de Kennedy tinha Lincoln no nome.
  • Os homens que sucederam a Lincoln e a Kennedy chamavam-se Johnson: Andrew Johnson e Lyndon Johnson.
  • O assassino de Lincoln, John Wikes Booth, nasceu em 1839. O assassino de Kennedy, Lee Harvey Oswald, nasceu precisamente 100 anos depois, em 1939. Os nomes dos dois assassinos têm 15 letras.
  • O assassino de Lincoln fugiu de uma sala de espectáculos e foi apanhado escondido num armazém. O assassino de Kennedy fugiu de um armazém e foi apanhado numa sala de espectáculos.
Há coisas...

Prática de sexo oral aumenta a duração da cópula

via Portal Rede Psicologia de Jorge Alves em 31/10/09

Prática de sexo oral aumenta a duração da cópula

"O grupo liderado por Libiao Zhang do Guangdong Entomological Institute não só descreveu a prática [sexo oral] como também as vantagens da mesma na melhoria da performance sexual dos pequenos morcegos da fruta durante a cópula dorsoventral. Os investigadores concluíram que 70% das fêmeas dos morcegos da fruta praticam sexo oral nos seus parceiros machos e que a duração do sexo oral correlaciona-se com a duração da cópula vaginal – quanto mais tempo durar o fellatio, mais tempo dura o coito vaginal."

O referido artigo pode, desta forma, abrir portas para uma compreensão do possível papel evolutivo da referida prática sexual.

E ainda dizem que a ciência não é um "hot topic"…

Link para o texto citado: Sexo Oral Aumenta a Duração da Cópula.

Link para o artigo científico e questão: Fellatio by Fruit Bats Prolongs Copulation Time.

Artigo publicado em: Portal Rede Psicologia

Prática de sexo oral aumenta a duração da cópula

Leia também:

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

FALA COM ELA

via RADAR 97.8FM de radar em 30/10/09
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Mariza é a convidada deste fim-de-semana. Com Inês Meneses

(título desconhecido) - Vídeo sobre Moçamedes - Namibe

via GENTE DO MEU TEMPO. de PrincesadoNamibe em 29/10/09
NÃO PERCAM ESTE VIDEO ACABADINHO DE CHEGAR DA CIDADE DO NAMIBE: MOÇÂMEDES

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Lembrar Carl Sagan ...

via Café Central de RPF em 28/10/09

... a falar sobre este pequeno ponto azul no infinito do Universo (via RichardDawkins.net).


quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

O Século de 1914

via INCONFORMISTA.INFO de Miguel Vaz em 28/10/09

O Século de 1914
Dominique Venner

A I Guerra Mundial foi o acontecimento que marcou o início do século XX. Depois de ter matado nove milhões de pessoas, esta guerra liquidou os três impérios e as aristocracias que dominavam a Europa. Este conflito deu origem a tudo o que se seguiu: uma violência terrível e uma esperança imensa, o surgimento das utopias revolucionárias e o estabelecimento de novos regimes, bem como uma II Guerra Mundial ainda mais destrutiva do que a anterior. A I Guerra Mundial provocou o declínio da Europa, a descolonização, a destruição da sociabilidade europeia, a americanização dos costumes, a imigração e o terrorismo. Após 1918, sobre os escombros da antiga Europa, quatro figuras – Wilson, Lenine, Mussolini e Hitler – encarnaram as grandes utopias do século XX. Estes homens estão na origem da luta impiedosa de quatro sistemas rivais que ocupou uma grande parte do século e deu origem ao mundo em que vivemos. Este livro analisa as ideologias e a sua influência no comportamento dos homens e no desenrolar da História. Dominique Venner descreve a génese e a sucessão das lutas mortais que tiveram a sua origem no conflito do Verão de 1914, e de onde saiu vencedor o Liberalismo americano. Durante quanto tempo? Para responder a esta pergunta o autor apresenta hipóteses originais.

Fonte: Editora Civilização.

Descubra as Universidades que as empresas preferem

«O Diário Económico lançou um inquérito às maiores empresas portuguesas para saber que cursos e universidades escolhem na hora de recrutar e revela agora as respostas.»

www.economico.pt - Fonte: Económico de 28Out2009

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Eu sou Igreja - Cangamba é Igreja, Cangombe é Igreja, Tempué é Igreja, Muié é Igreja.

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Spartacus

via universidade de Gil Gonçalves em 26/10/09

Ano de lançamento ( EUA ) : 1960 direção: Stanley Kubrick.
atores: Laurence Olivier , Peter Ustinov , Jean Simmons , Charles Laughton , John Gavin
duração: 03 hs 03 min

http://www.adorocinema.com/filmes/spartacus

sinopse
Spartacus (Kirk Douglas), um homem que nasceu escravo, labuta para o Império Romano enquanto sonha com o fim da escravidão. Ele, por sua vez, não tem muito com o que sonhar, pois foi condenado morte por morder um guarda em uma mina na Líbia. Mas seu destino foi mudado por um lanista (negociante e treinador de gladiadores), que o comprou para ser treinado nas artes de combate e se tornar um gladiador.

Até que um dia, dois poderosos patrícios chegam de Roma, um com a esposa e o outro com a noiva. As mulheres pedem para serem entretidas com dois combates até morte e Spartacus escolhido para enfrentar um gladiador negro, que vence a luta mas se recusa a matar seu opositor, atirando seu tridente contra a tribuna onde estavam os romanos.

Este nobre gesto custa a vida do gladiador negro e enfurece Spartacus de tal maneira que ele acaba liderando uma revolta de escravos, que atinge metade da Itália. Inicialmente as legiões romanas subestimaram seus adversários e foram todas massacradas, por homens que não queriam nada de Roma, além de sua própria liberdade. Até que, quando o Senado Romano toma consciência da gravidade da situação, decide reagir com todo o seu poderio militar

O que pode deduzir na declaração de IRS

«O Económico mostra-lhe as despesas que pode abater na sua declaração de impostos em 2009. Entre elas estão facturas relacionadas com a saúde, educação e habitação.

Fonte: Económico de 26Out2009 - www.economico.pt

domingo, 25 de Outubro de 2009

FALA COM ELA - Inês Meneses entrevista Sérgio Trufaut

via RADAR 97.8FM de radar em 23/10/09
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A 7ª edição do Doclisboa (Culturgest, Cinema Londres e São Jorge, de 15 a 25 de Outubro) justifica uma conversa com Sérgio Tréfaut, director e co-programador do festival. Com Inês Meneses

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Promoções de Viagens

via Viajar Mais Barato de admin em 23/10/09

A agência de viagens online Terminal A tem em destaque voos de ida e volta para Madrid a partir de €40, para Nova Iorque a partir de €509.86, para Xangai desde €515.67. Existem também voos só de ida para Paris a partir de € 57.99, para Londres a partir de €58,72, entre outros. Todas as taxas estão incluídas, faltando apenas somar os gastos de gestão.

A Vueling tem 1.000.000 de bilhetes a €30 (taxas incluídas) até 28 de Outubro, para voar de Novembro a Fevereiro. Para conseguir um destes bilhetes tem de comprar o mesmo com uma antecedência mínima de 10 dias.

A Netviagens tem em destaque programas de SPA , muitas promoções para as Caraíbas, propostas para o fim de ano e muitas outras escapadelas.

A Lufthansa tem a América do Norte (EUA) a partir de €349 (ida e volta, com taxas incluídas) até 27 de Outubro, para partir entre 15 de Janeiro e 31 de Março de 2010. A promoção familiar para Milão, à qual fiz aqui referência, continua até 30 de Novembro.

A Logitravel continua com óptimos preços para cruzeiros com os mais variados destinos. Dica: Veja os preços de última hora.

A TAP tem 300.000 lugares para qualquer lugar operado pela mesma, por metade das milhas habituais para reservar até 15 de Dezembro e voar até 31 de Março de 2010. Mais informações em www.tapvictoria.com

A easyCruise tem cruzeiros para 2010 de 3 e 4 noites para as ilhas gregas e Turquia com 20% de desconto, para quem reserva até 31 de Dezembro de 2009. Mais informações em www.easycruise.com